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Migrar do Windows para o Mac: minha experiência com macOS, Mac Mini e MacBook Air

Atualizado: há 12 minutos

Introdução

Depois de mais de 25 anos montando, atualizando e usando PCs com Windows, decidi migrar para Mac (Mac Mini com M2 Pro + MacBook Air M1) e testar como isso afetaria meu fluxo de trabalho no Adobe Lightroom. Neste artigo eu relato:

  • os motivos que me levaram a migrar

  • como o ecossistema Apple ajudou no meu dia a dia

  • a experiência real de edição no Lightroom

Se você está pensando em qual computador usar para Lightroom, este relato pode te ajudar a decidir de forma prática e realista.


Comparação entre a área de trabalho do Windows 11 e do macOS lado a lado
Comparação entre a área de trabalho do Windows 11 e do macOS lado a lado

Migrar do Windows para o Mac

O primeiro computador da minha família foi comprado em 1997, e até hoje lembro das configurações: Pentium 200 MHz, 16 MB de memória RAM, HD de 1,7 GB e uma placa de vídeo de 2 MB — que, aliás, ainda não era 3D. Não existia kit multimídia por padrão. Para quem não viveu essa época, isso significava que caixas de som, placa de som e drive de CD-ROM eram itens opcionais, comprados separadamente.


Além dos meus pais e irmãs, usei esse computador por cerca de dois anos. Em 1999, comprei meu primeiro computador pessoal, já com configurações bem melhores. Logo depois, fiz um curso de montagem e manutenção, justamente para poder cuidar sozinho do hardware, fazer upgrades e resolver problemas sem depender de terceiros.


Desde então, montei diversos computadores, e praticamente todos passaram por atualizações ao longo do tempo. Passei incontáveis horas escolhendo peças, montando, configurando e ajustando cada sistema. Durante muitos anos, isso foi um prazer. Com o tempo, porém, essa atividade deixou de ser empolgante e passou a ser cansativa e repetitiva. Eu já não queria mais gastar energia com montagem e manutenção — queria simplesmente ligar o computador e usá-lo.

Esse desgaste, somado a outros fatores, acabou se tornando um dos principais motivos que me levaram, recentemente, a migrar de PC para Mac.

Por que decidi migrar de PC para Mac?

Essa decisão não foi motivada por um único fator. Ela foi amadurecendo com o tempo, à medida que minhas prioridades mudavam. O foco, que durante muitos anos foi jogar no computador, passou gradualmente para a edição de fotos. Com isso, também mudou a forma como eu me relacionava com o hardware.


Aquilo que antes era prazer — montar o computador, instalar o Windows, configurar drivers e ajustar cada detalhe — passou a ser apenas uma etapa cansativa. Em vez de gastar tempo com configuração e manutenção, eu queria simplesmente tirar o computador da caixa, ligar e começar a trabalhar. Da mesma forma, a busca pela placa de vídeo mais potente deixou de fazer sentido. Para edição no Lightroom, mais memória RAM e mais armazenamento rápidose tornaram prioridades muito mais importantes.


Isso levanta uma pergunta simples: por que investir pesado em uma RTX 3070, se uma GTX 1080 Ti já sobra para o Lightroom? E se uma 1080 Ti já dá conta do recado, fica fácil imaginar o desempenho de uma GPU integrada a um chip M2 Pro — algo que aprofundo mais adiante.


Com o tempo, esses e outros motivos foram se acumulando. Alguns eram pequenos, mas ajudavam a reforçar a decisão. Um exemplo simples foi a ausência de um teclado com leitor de impressão digital para desktop no Windows. O Windows Hello existe há anos, mas nunca consegui usar esse recurso no meu setup por falta de um teclado com leitor biométrico. No ecossistema da Apple, isso não seria um problema: eu sabia que poderia usar tranquilamente o Magic Keyboard com Touch ID no Mac Mini.


No entanto, o fator que mais pesou na decisão foi o lançamento dos chips Apple Silicon, M1 e M2. Esses chips passaram a superar a maioria dos processadores de notebooks e, em alguns cenários, até disputar desempenho com processadores de desktop. Antes disso, eu não via grande vantagem em migrar para a Apple, principalmente porque os Macs utilizavam os mesmos processadores Intel encontrados nos PCs com Windows. Com os chips M1 e M2, esse cenário mudou completamente.


Depois de avaliar com calma todos esses pontos, percebi que estava pronto para sair do Windows e migrar para o macOS. A decisão se concretizou quando surgiu uma boa oportunidade de compra, que me permitiu adquirir um MacBook Aire um Mac Mini por um preço bastante atrativo.

O Ecossistema

Outro motivo importante para a migração foi o famoso “ecossistema” da Apple. Acredite: isso realmente existe — e faz diferença no uso diário. Tudo funciona de forma integrada e extremamente conveniente. Eu tenho Apple Watch e AirPods. Os fones de ouvido alternam automaticamente entre Mac e iPhone, e o relógio realiza o login no Mac apenas aproximando o pulso.


No meu dia a dia, a integração entre Mac e iPhone é o que mais se destaca. Um exemplo simples: estou navegando em um site no iPhone e, ao abrir o MacBook ou o Mac Mini, o site aparece automaticamente no Dock, pronto para continuar exatamente de onde parei. Esse tipo de continuidade acaba se tornando algo natural muito rapidamente.

Dock do macOS mostrando aplicativos e o Safari aberto a partir do iPhone usando o recurso de continuidade
Dock do macOS exibindo aplicativos e a integração com o iPhone através do recurso Handoff

Outro recurso que uso bastante é a área de transferência compartilhada. Copiar um texto ou código no iPhone e colar diretamente no Mac funciona de forma transparente. Isso é especialmente útil para autenticação de dois fatores, algo que utilizo com frequência. Em vez de digitar manualmente os códigos, basta copiá-los no iPhone e colá-los no computador.


Com a chegada do macOS Sequoia, esse processo ficou ainda mais simples. O novo aplicativo Senhas passou a funcionar também como autenticador, substituindo apps como Google Authenticator ou Microsoft Authenticator. Na prática, isso significa que muitas vezes nem preciso mais usar o celular: basta autenticar com o leitor de digitais, e o próprio sistema insere o código automaticamente. É um nível de comodidade que realmente impressiona.


iPhone espelhado na área de trabalho do Mac usando o recurso de espelhamento do macOS Sequoia
iPhone espelhado na área de trabalho do Mac usando o recurso de espelhamento do macOS Sequoia

Com o tempo, fui descobrindo outras funcionalidades igualmente interessantes. Uma delas é o sistema que avisa caso você deixe algum dispositivo Apple para trás. Estava passando alguns dias no interior e, ao sair para fazer compras, recebi uma notificação no iPhone informando que meu MacBook Air havia sido esquecido, inclusive mostrando a localização no mapa. Num primeiro momento levei um susto, achando que ele pudesse ter sido furtado. Logo depois percebi que o sistema apenas entendeu que eu estava me afastando definitivamente do local. Achei isso fantástico — não porque eu costume esquecer meu notebook por aí, mas por saber que, se isso acontecer algum dia, serei avisado.

Outro detalhe, bem menos importante, mas ainda assim muito conveniente, aconteceu ao chegar na minha casa de praia. Mesmo nunca tendo levado meu MacBook Air para lá, ele se conectou automaticamente à rede Wi-Fi. A explicação mais lógica é que o iPhone compartilhou a senha com o macOS. O curioso é que o Mac estava fechado, em standby, dentro da mala — e ainda assim se conectou sem qualquer intervenção. Foi a primeira vez que usei essa máquina nesse local, então não havia outra forma de ela já “conhecer” a rede.

Confesso que, diante de situações assim, minha reação tem sido um sorriso bobo acompanhado de um “uau”. Esse tal de ecossistema não é marketing: ele realmente faz diferença no uso diário.

E como tem sido a experiência?

Como você pôde perceber nas minhas impressões sobre o ecossistema, a experiência com o macOS tem sido bastante agradável e recompensadora. Ainda assim, confesso que no início eu tinha algumas reservas. Meu maior receio não era o hardware, mas sim as diferenças entre os sistemas operacionais.


Claro que existem obstáculos naturais em qualquer mudança — algumas teclas diferentes no teclado, pequenos ajustes de atalhos e a adaptação a novos hábitos. No meu caso, o ponto mais sensível era a forma como cada sistema executa tarefas simples do dia a dia, como selecionar arquivos, copiar e colar, maximizar janelas, entre outras ações que fazemos quase sem pensar.


Durante muito tempo, acompanhei relatos de usuários do Windows que tentaram migrar para o macOS e não se adaptaram. Alguns acabaram voltando para o Windows, seja por dificuldade real, seja por pura falta de vontade de mudar. Também vi casos opostos: pessoas que inicialmente reclamaram bastante, mas depois se adaptaram e passaram a menosprezar o Windows. Eu não sigo essa linha. Para mim, computadores, smartphones ou carros são ferramentas. Uso — e compro — aquilo que melhor atende às minhas necessidades, independentemente da marca.


Área de trabalho do macOS com Dock e aplicativos usados no fluxo de trabalho com Lightroom
Área de trabalho do macOS com Dock e aplicativos usados no fluxo de trabalho com Lightroom

No meu caso, a transição tem sido muito tranquila. Não enfrentei problemas relevantes nem inconvenientes que comprometessem o uso diário. Tenho aprendido as particularidades do sistema à medida que elas surgem, de forma natural. Inclusive, descobrir novas funcionalidades tem sido até divertido.


Um bom exemplo é o reconhecimento inteligente de datas em textos. Se o sistema identifica uma data na tela, basta clicar com o botão direito para ver opções como criar um evento no calendário ou um lembrete. Se eu ainda não tivesse agendado uma consulta médica, por exemplo, poderia ter feito isso diretamente a partir da data recebida numa conversa pelo WhatsApp. Esse tipo de detalhe faz diferença no uso cotidiano.


Janela do macOS mostrando as informações de AppleCare e garantia do Mac mini M2 Pro
MacOS sugerindo a criação de um evento a partir de um texto contendo data

Quanto aos programas que eu já utilizava no Windows, os mais importantes estão todos disponíveis no macOS — e, sinceramente, se não estivessem, eu não teria migrado. Aplicativos como Adobe Lightroom, Office 365, GoodSync (para backups de fotos), WhatsApp e Google Chrome funcionam perfeitamente. Alguns softwares mais específicos, como certos baixadores de vídeo, leitores de PDF ou conversores, ficaram de fora por não terem versão para macOS. No entanto, são ferramentas que considero secundárias e que não fizeram falta até agora.


O que eu gostei no macOS


Estou usando o macOS há cerca de dois meses, então ainda há muito para aprender e explorar. Mesmo assim, já consigo destacar alguns pontos que tenho gostado bastante:

  • Visualização rápida de arquivos

    Um dos recursos que mais uso é a visualização rápida de documentos e imagens usando apenas a barra de espaço, sem precisar abrir um aplicativo específico.

  • Tecla 🌐 fn para caracteres especiais e emojis

    Aqui, o mais interessante não são os emojis em si, mas a facilidade para inserir caracteres especiais em textos.

  • Gestos no trackpad e no Magic Mouse

    Os gestos fazem muita diferença no fluxo de navegação. Para voltar uma página em um site, por exemplo, basta deslizar dois dedos da esquerda para a direita — sem precisar clicar em botões.

  • Ferramenta de captura de tela

    Apesar de não haver uma tecla única como o Print Screen do Windows, a ferramenta de captura do macOS é bastante completa. Ela permite:

    1. Capturar a tela inteira

    2. Capturar uma janela específica

    3. Capturar apenas uma área selecionadaAlém disso, também é possível gravar vídeos da área de trabalho.

  • Espelhamento do iPhone no Mac

    Um recurso novo, introduzido com o macOS Sequoia 15.0 e iOS 18, que permite espelhar o iPhone diretamente na área de trabalho do Mac.


O que não gostei tanto assim


Apesar da experiência bastante positiva, existem alguns poucos pontos que não me agradaram tanto:

  • Seleção de arquivos contíguos no modo ícone

    A impossibilidade de selecionar arquivos contíguos usando a tecla Shift quando a pasta está no modo de ícones me incomoda bastante. Pode até haver uma boa justificativa técnica, mas do ponto de vista do usuário, parece mais uma funcionalidade esquecida.

  • Fechamento real dos aplicativos

    Outra questão, embora facilmente contornável, é a necessidade de usar Command + Q para encerrar de fato um aplicativo. Clicar na bolinha vermelha apenas fecha a janela, mas o programa continua rodando em segundo plano.


Fora esses pequenos detalhes, tenho adorado usar o macOS e já me sinto praticamente em casa.

Qual Mac eu adquiri?

Antes de falar sobre quais Macs eu comprei, vale explicar quais computadores eles substituíram. Meu plano sempre foi manter duas máquinas: um desktop e um notebook, já que cada um cumpre um papel diferente no meu fluxo de trabalho.


O desktop sempre foi meu computador principal — o mais potente, onde ficam armazenados todos os arquivos e onde realizo a maior parte do trabalho pesado. Já o notebook sempre teve um papel secundário, sendo usado principalmente em viagens ou em situações pontuais, como trabalhar no quarto. Nunca gostei da ideia de usar um notebook como substituto de desktop, conectado a monitor, teclado e vários HDs pendurados nas portas USB.

O Desktop

Configuração anterior (Windows):

  • Processador: Intel Core i5-10400 (2,9 GHz / Turbo 4,3 GHz)

  • Memória: 32 GB DDR4 2666 MHz (dual channel)

  • Armazenamento: SSD NVMe 512 GB + HDD 2 TB (7.200 rpm)

  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1080 Ti (11 GB)


Setup de desktop Windows com gabinete grande e monitor exibindo o Adobe Lightroom em uma mesa de trabalho
Meu antigo setup: PC rodando Windows 11

Esse computador foi montado em 2020, com foco tanto em trabalho quanto em jogos — daí a presença de uma GTX 1080 Ti. Com o tempo, porém, praticamente parei de jogar. A ideia de ter uma máquina compacta, silenciosa, discreta e ainda assim muito potente para trabalhar começou a fazer cada vez mais sentido.


Existiam opções interessantes no mundo Windows, mas, a essa altura, eu já estava decidido a migrar para o Mac.

O substituto: Mac Mini M2 Pro

O escolhido para substituir o desktop foi o Mac Mini com chip M2 Pro (CPU de 10 núcleos / GPU de 16 núcleos), com 16 GB de memória unificada e 512 GB de SSD.


Mas e todos os arquivos que ficavam no desktop? A solução foi simples: copiei fotos, vídeos e demais dados para um SSD externo de 2 TB, rápido o suficiente para trabalhar tranquilamente com o Lightroom. Ele fica conectado diretamente ao Mac Mini por uma das quatro portas Thunderbolt 4, como é possível ver na foto abaixo.


Setup com Mac mini e monitor externo exibindo o macOS em uma mesa de trabalho minimalista
Meu novo setup: Mac Mini M2 Pro

Para completar o conjunto, adquiri um Magic Keyboard com Touch ID e um Magic Trackpad. Durante anos procurei um teclado com leitor de digitais compatível com o Windows Hello para desktop, sem sucesso. Agora, finalmente, posso usar o leitor biométrico para login, compras e autenticações. Além disso, o teclado é excelente para digitar e muito bem construído — só senti falta da retroiluminação.


O Magic Trackpad foi escolhido principalmente pelos gestos, que fazem bastante diferença no uso do macOS. Ele é preciso e tem uma autonomia de bateria impressionante. O único ponto negativo é a ergonomia, que definitivamente não é das melhores para longas horas de uso.


Você pode estar se perguntando se sair de 32 GB de RAM e de uma GPU dedicada como a GTX 1080 Ti, com seus 11 GB de memória própria, não prejudicaria o desempenho no Lightroom. A resposta é simples: não prejudicou em nada. Até agora, não senti falta dos 32 GB de memória e, surpreendentemente, a GPU integrada do M2 Pro entrega desempenho igual ou até superior ao da antiga placa dedicada.


No fim das contas, a troca não foi apenas lateral — foi, de fato, um upgrade.

O Notebook

Configuração anterior (Windows):

  • Processador: Intel Core i7-8565U (1,8 GHz / Turbo 4,6 GHz)

  • Memória: 16 GB DDR4 2400 MHz

  • Armazenamento: SSD SATA 128 GB + HDD 1 TB (5.400 rpm)

  • Placa de vídeo: Intel UHD 620 + NVIDIA GeForce MX 150 (2 GB)


Notebook Dell com Windows 11 sobre a mesa de trabalho, usado antes da migração para o Mac
Notebook Dell com Windows 11

Esse notebook sempre atendeu muito bem às minhas necessidades, com uma exceção importante: a duração da bateria. Com o passar do tempo, a autonomia foi diminuindo cada vez mais — algo natural. Como eu precisava de uma bateria muito melhor, e já estava em processo de migração para o macOS, decidi fazer o upgrade.


O MacBook Air se mostrou o candidato ideal para substituir meu antigo Dell.

O substituto: MacBook Air M1

O modelo que consegui adquirir foi o MacBook Air M1 (2020), na configuração básica:

  • CPU de 8 núcleos

  • GPU de 7 núcleos

  • 8 GB de memória unificada

  • 256 GB de SSD

À primeira vista, pode parecer uma máquina fraca. Mas esse “fraquinho” superou meu antigo desktop em 2 de 3 testes que realizei no Lightroom Classic.


E os 8 GB de memória, não seriam pouco? Na minha opinião, depende do uso. Se eu estivesse executando tarefas mais pesadas ou utilizando vários aplicativos ao mesmo tempo, certamente precisaria de pelo menos 16 GB. Mas não é o meu caso. Quando uso o Lightroom Classic, normalmente deixo aberto apenas o Safari, com duas ou três abas. Para esse cenário, 8 GB são suficientes.


MacBook Air com macOS sobre a mesa de trabalho, substituindo o antigo notebook com Windows
MacBook Air M1

No uso diário, o MacBook Air é utilizado para tarefas mais leves — textos, e-mails, streaming — com edição de fotos ocasional. Para isso, ele tem potência de sobra. A duração da bateria é simplesmente fenomenal, muito superior à do Dell. E o desempenho… sinceramente, não há comparação.


Para ter uma ideia, a exportação de um lote de fotos no Lightroom Classic levou 16min26s no notebook Dell. No MacBook Air, o mesmo processo foi concluído em apenas 3min45s — e o melhor: sem estar ligado à tomada. Enquanto o Dell precisava estar conectado à energia para entregar o melhor desempenho, o MacBook Air mantém a performance máxima mesmo funcionando apenas na bateria.

Valeu a pena?

Não consigo enfatizar o suficiente o quão suave tem sido essa transição. Foi como se eu já estivesse pronto há muito tempo. Em parte, acredito que isso se deve ao fato de eu ter me preparado antes mesmo da mudança, assistindo a vídeos e entendendo como executar no macOS ações equivalentes às que eu já fazia no Windows. Saber com antecedência, por exemplo, que a tecla Shift não seleciona arquivos contíguos no modo de visualização por ícones evitou frustrações desnecessárias. O mesmo vale para detalhes simples, como o uso de Command + Delete para apagar arquivos. Entrar na mentalidade do macOS antes de comprar o computador fez toda a diferença.


No quesito hardware, o salto foi enorme — principalmente no notebook. E não falo apenas de desempenho. Bateria, tela e qualidade de som do MacBook Air estão muito à frente do que eu tinha no Dell. Já o Mac Mini, com seu design compacto e minimalista, deixou minha mesa de trabalho mais organizada, limpa e elegante, além de entregar potência de sobra para o meu fluxo de trabalho.


Então, valeu a pena?


Valeu a pena demais.

Resumo final

Depois de 25 anos usando PCs, a migração para o Mac não foi um salto no escuro, mas o resultado de uma mudança gradual de prioridades. Menos tempo lidando com hardware e manutenção, mais tempo focado no que realmente importa: trabalhar, criar e editar fotos com eficiência.


A combinação de Apple Silicon, macOS e ecossistema entregou exatamente o que eu buscava: desempenho consistente, excelente autonomia de bateria e uma experiência fluida no dia a dia — especialmente no Lightroom. No meu caso, não foi apenas uma troca de plataforma, mas um upgrade real de produtividade.


Continue aprendendo no Luz, Câmera, Lightroom

Se você também trabalha com fotografia, edição de imagens ou está pensando em mudar de PC para Mac, recomendo que avalie seu uso real, e não apenas especificações no papel. Cada fluxo de trabalho é diferente — e escolher a ferramenta certa faz toda a diferença.


Aqui no Luz, Câmera, Lightroom, compartilho testes, experiências reais e dicas práticas sobre Adobe Lightroom, equipamentos fotográficos e computadores voltados para quem vive da imagem (ou leva isso muito a sério).


Se quiser continuar aprendendo, fique à vontade para explorar outros artigos do site — e, se tiver dúvidas ou quiser compartilhar sua experiência, os comentários estão abertos.




1 comentário


Eka nurcahya ningsih
Eka nurcahya ningsih
24 de nov. de 2025

Que relato interessante sobre a transição de PC para Mac; após um período de uso mais longo, você sentiu alguma dificuldade específica em softwares de edição de vídeo ou foto? Cordialmente <a href="https://jakarta.telkomuniversity.ac.id/en/latest-technology-sends-earthquake-alerts-directly-to-mobile-phones/">Telkom University Jakarta</a>

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